Onboarding dos Business Managers
Recrutar um Business Manager júnior é apenas o começo.
Seu sucesso depende muito menos do que sabe ao chegar do que da sua capacidade de aprender — e da capacidade da empresa de ensinar-lhe o seu ofício.
CoAct ajuda as ESN e empresas de consultoria a construir percursos de integração que não se limitam a uma sucessão de formações.

Um onboarding não é uma lista de conteúdos a transmitir.
Apresentar a empresa, explicar as ferramentas e entregar algumas formações é útil. Mas a pergunta certa é diferente:
Ao final do seu onboarding, o júnior deverá ser capaz de fazer o quê?
A partir deste destino, torna-se possível construir as aprendizagens, as situações, os treinos, os feedbacks e as intervenções do gestor necessários para alcançar o objetivo.
Nossas intervenções
Assessment dos candidatos
Testar a curiosidade e a capacidade de ser orientado antes ou durante o recrutamento.
Diagnóstico de maturidade
Medir a capacidade atual da organização em fazer com que seus juniores progridam.
Construir o percurso
Definir as competências esperadas, as etapas e as condições para adquiri-las.
Acompanhar os primeiros meses
Apoiar o júnior e seu gestor na transformação do percurso em competências reais.
A partir de quando estruturar realmente seu onboarding?
Não existe um limite absoluto.
Quando uma empresa recruta um Business Manager a cada dois ou três anos, uma organização muito leve pode ser suficiente.
Assim que os recrutamentos se tornam regulares — por exemplo, cinco juniores ou mais por ano — as diferenças de práticas, a disponibilidade dos gestores e a reprodutibilidade do percurso geralmente começam a se tornar assuntos reais.
A maturidade da empresa continua sendo mais importante que seu tamanho.